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Terça-feira, 27 de Junho de 2017

Varejo

Jussara Maturo - 02/05/2017

Renner tem trimestre positivo

Varejista que administra três redes – duas de roupas e uma de utilidades domésticas – cresceu em receita e lucro em relação a igual período do ano passado.

Mesmo longe do desempenho apresentado em 2014, a Lojas Renner inaugura a temporada de divulgação de resultados do varejo registrando avanço em relação ao primeiro trimestre de 2016. A receita líquida consolidada da empresa avançou 13,5% de janeiro a março deste ano para atingir R$ 1,41 bilhão, dos quais R$ 1,23 bilhão relacionados à operação de varejo de suas três redes – Renner, Youcom e Camicado. Só a bandeira Renner respondeu por R$ 1,12 bilhão, 13,2% a mais do que o apurado de janeiro a março do ano passado. A Youcom dobrou o faturamento, contribuindo com R$ 20,2 milhões.



No período, o lucro líquido da empresa como um todo teve expansão mais discreta. Cresceu 2,2% para R$ 66,97 milhões. Em conferência com analistas e investidores, a companhia informou que os bons resultados foram influenciados por uma conjunção de fatores. “Apesar de ainda pressionadas, as nossas despesas foram menores que as projetadas”, declarou a empresa, que inclui ainda a boa aceitação da coleção de inverno, que chegou às lojas no final de fevereiro, o aumento no fluxo de consumidores e mais itens por sacola.

INVESTIMENTO EM EXPANSÃO
De janeiro a março, a rede aumentou, fechando o trimestre com mais sete lojas do que tinha em dezembro. Foram inauguradas nove lojas – três da Renner, cinco da Youcom e uma da Camicado (sendo que duas dessa bandeira foram fechadas). Assim, a Renner subiu para 303 unidades, a Youcom para 64 pontos e a Camicado ficou com 84 lojas. O investimento no primeiro trimestre somou R$ 66,5 milhões, dos quais R$ 42 milhões aplicados na abertura ou reforma de lojas.

PROJEÇÃO PARA O SEGUNDO TRIMESTRE
A avaliação da companhia é de que os sinais do primeiro trimestre são positivos, mas que permanece certo grau de incerteza no cenário econômico. A expectativa é otimista para o segundo trimestre, quando espera o ambiente fique menos promocional como vem acontecendo desde meados de março. A queda da temperatura neste final de abril pode refletir em aumento nas vendas da coleção de inverno, também estimulado pelo Dia das Mães, e ainda atrair para o comércio parte do dinheiro sacado do FGTS.