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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017

Economia

Jussara Maturo - 28/08/2017

Indústria continua a recompor quadros

As empresas brasileiras que produzem itens têxteis e roupas abriram vagas em julho, assim como os atacadistas, enquanto o varejo voltou a demitir.

Desde janeiro, a indústria brasileira de produtos têxteis e de vestuário vem recompondo o quadro de pessoal. Não foi diferente em julho, quando as empresas do setor criaram 1.617 empregos com carteira assinada, mostra o levantamento mais recente do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Também o comércio atacadista voltou a contratar em julho, ainda que timidamente, depois de dois meses com emprego em queda.



Segundo o Caged, foram abertas 13 vagas entre as empresas desse setor. Já o varejo continua a conter as contratações, reduzindo o número de empregados, apesar do saldo positivo pontual registrado em junho. Em julho, as lojas do segmento cortaram 266 postos de trabalho.

DESEMPENHO DOS ESTADOS
Em julho, predominou o saldo negativo de contratações entre os estados brasileiros. Já o destaque positivo é São Paulo onde o nível de emprego aumentou nas três atividades.

Na indústria de itens têxteis e roupas, a Paraíba liderou o enxugamento ao cortar 132 empregos, depois vem o Rio de Janeiro (-121) e o Rio Grande do Norte (-78). A reação mais forte no setor foi registrada em Mato Grosso com a criação de 724 empregos de carteira assinada. Santa Catarina abriu 467 vagas e São Paulo, 448.

No atacado de roupas e tecidos, o maior corte foi no Rio Grande do Sul que perdeu 23 postos. O Ceará ampliou a oferta com 33 novas vagas, Rio de Janeiro com 21 e São Paulo, com 12.

Para o varejo de roupas e tecidos, a Bahia registrou o principal corte, com fechamento de 266 vagas. Depois está Pernambuco, com redução de 243 postos, e Santa Catarina, que encerrou 175 vagas. O contraponto foi representado por São Paulo que registrou 395 novas contratações; Minas Gerais com mais 147 vagas; e Amazonas com abertura de 82 postos de trabalho.

SITUAÇÃO BRASILEIRA
De acordo com o ministério do Trabalho, o Brasil registrou crescimento do número de empregos pelo quarto mês consecutivo, com a abertura em julho de 35,9 mil novas vagas formais.