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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017

Economia

Jussara Maturo - 19/09/2017

Varejo de moda cresce em julho

Troca de coleção e promoções ajudam comércio de roupas, tecidos e calçados a vender e faturar mais em relação ao mês anterior, diz pesquisa do IBGE.

Se praticamente estagnaram o volume de vendas e a receita nominal do varejo brasileiro em geral, na passagem para julho, o mesmo não aconteceu com as lojas de roupas, tecidos e calçados que viram seus indicadores melhorarem pelo segundo mês consecutivo. Em volume, moda avançou 0,3% e a receita cresceu 1%, ficando entre as quatro atividades que tiveram desempenho positivo em julho.

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra também que as outras atividades acompanhadas pelo levantamento apresentaram queda em relação a junho. Assim, o volume de vendas geral do varejo permaneceu o mesmo de junho (0,0%) e a receita nominal expandiu 0,3%.

SOBRE JULHO de 2016
A comparação de julho de 2017 com igual mês do ano anterior revela o perfil disseminado de resultados positivos entre as atividades pesquisadas, sendo que as lojas de tecidos, vestuário e calçados compõem a atividade que mais cresceu no período. Em volume de vendas, moda registrou crescimento de 15,5%, e em receita nominal a expansão chegou a 17,8%.

Para efeito de comparação, no mesmo período, o comércio em geral cresceu 3,1%, em volume de vendas, e 0,3%, em receita nominal, mostrando que o varejo como um todo segurou preços.

O bom desempenho da atividade de moda foi puxada sobretudo pelo incremento das vendas nos três principais mercados do país: São Paulo, 26% em volume e 28,9% em receita; Rio de Janeiro, 13% em volume e 15,3% em receita; e Minas Gerais, que continua a prosperar desde fevereiro, com aumento de 36,4% em volume e 36,9% em receita.

Os outros estados da mesma forma expandiram as vendas, com exceção de Santa Catarina que, de novo, registrou resultado negativo, com queda de 5,6% em volume e de 3,2% em receita, em julho, em relação a igual mês do ano passado. O Ceará assinalou recuo de volume de vendas de 2,1% nessa comparação, mas com aumento de 1,2% em receita, revela a pesquisa do IBGE.