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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017

Economia

Jussara Maturo - 27/09/2017

Indústrias contratam mais em agosto

Como no mês anterior, também o comércio atacadista abriu mais vagas com carteira assinada, enquanto o varejo continua a demitir.

Mantendo o comportamento de restabelecer o quadro de pessoal eliminado nos últimos três anos, a indústria de produtos têxteis e roupas aumentou o número de funcionários com carteira assinada em agosto. Somadas, as empresas do setor abriram mais 2.577 vagas no mês. São Paulo e Santa Catarina continuam a liderar a reação. A indústria catarinense foi a que mais contratou com a oferta de 1.136 novos postos de trabalho. O Paraná abriu 673 vagas e a indústria paulista registrou 416 novos empregos, informa o levantamento mensal do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Os três estados compõem o grupo de 15 mercados que encerraram o mês com saldo positivo. Outros 12 cortaram postos. Pelo segundo mês seguido, a Paraíba fez o enxugamento mais severo com eliminação de 191 vagas. A Bahia cortou 176 empregos e o Rio Grande do Sul demitiu 157 trabalhadores.

VAGAS NO COMÉRCIO
O setor atacadista de itens têxteis e de roupas voltou a contratar mais que demitir em agosto, como aconteceu em julho, abrindo porém poucas vagas com carteira assinada. O saldo foi de 15 postos a mais, em mês no qual 11 estados contrataram. O Rio de Janeiro abriu 26 postos, Goiás mais 19 e Espírito Santo gerou outros 17. Em sentido inverso, as maiores demissões foram registradas em São Paulo (-15) e Rio Grande do Sul (-14).



O varejo permanece contido como no ano passado em quase todos os estados brasileiros. Foram cortados 815 empregos no país. Desses, 346 perderam vagas no Rio Grande do Sul, 333 no Rio de Janeiro e 174 na Bahia. Dos sete mercados que contrataram no varejo, São Paulo foi o que mais gerou empregos, com a oferta de 460 novas vagas. Seguido de longe por Goiás (mais 66) e Ceará (mais 59).

SITUAÇÃO BRASILEIRA
De acordo com o ministério do Trabalho, o Brasil gerou 35.457 vagas de emprego formal em agosto, resultado puxado pelo setor de serviços, que gerou 23.299 postos formais em agosto. A indústria brasileira de um modo geral também apresentou desempenho positivo com o registro de 12.873 vagas a mais.