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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

Canal Digital

Redação - 29/11/2017

Moda é o segundo segmento com mais vendas na Black Friday

Ao contrário dos dois últimos anos, de uma forma geral, a pesquisa da eBit revela que cresceu o número de pedidos enquanto o tíquete médio caiu

A Black Friday gerou faturamento de R$ 2,1 bilhões para o e-commerce em 2017, alta de 10,3% ante os R$ 1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado. O número de pedidos cresceu 14%, de 3,3 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$ 580 para R$ 562, na comparação entre os dois períodos, de acordo com a pesquisa da consultoria Ebit.

Moda e Acessórios aparece em segundo lugar respondendo por 12% dos pedidos realizados, empatando com a categoria Telefonia e Celulares, vindo logo após a de Eletrodomésticos que teve 16% de participação. Moda não aparece entre as cinco primeiras categorias em faturamento, que teve a liderança de Eletrodomésticos (23%), Telefonia e Celulares (21%), Eletrônicos (17%), Informática (10%) e Casa e Decoração (6%).



Segundo a Ebit, a retração do tíquete médio já era uma tendência verificada pela empresa na quinta-feira, 23 de novembro, véspera da Black Friday, quando os varejistas dão início às vendas dos produtos com descontos. Para atrair o consumidor, as lojas fizeram ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado, as mais consumidas no e-commerce, e isso refletiu no gasto médio, avalia a empresa.

De acordo com o levantamento, o grande destaque foi o expressivo crescimento no volume de pedidos, quase o dobro do estimado pela Ebit. Lojistas de todos os segmentos ofereceram produtos com descontos reais e isso atraiu o consumidor, avalia a consultoria.

Outro ponto que chamou a atenção na Black Friday deste ano foi o crescimento das compras realizadas por celular com aumento de 81,8% na comparação com 2016, com quase 30% dos pedidos realizados por meio de dispositivos móveis. O m-commerce representou 26,5% em volume financeiro das compras realizadas, alta de 41,5% ante 2016. O valor médio das compras via dispositivos móveis foi de R$ 515, reflexo da maior participação de categorias de menor tíquete, como moda e acessórios, perfumaria e cosméticos, informa a Ebit.