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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

Internacional

Redação - 04/12/2017

G-Star faz coleção cápsula com tecido tinto com corantes naturais

Foi desenvolvida em parceria com a Archroma, fabricante químico que produz a linha EarthColors, à base de resíduos de atividades agrícolas

Em ação conjunta, Archroma e G-Star impulsionam o lançamento de uma coleção cápsula da marca holandesa com calças para homens confeccionadas com denim colorido, que no processo de produção usa corantes da linha EarthColors, da Archroma, que são sintetizados a partir de sobras agrícolas não comestíveis, como folhas de palmeiras do palmito, cascas de nozes, extração de ervas, como o alecrim, além de frutos. O resultado são cores fechadas, terrosas e avermelhadas, típicas dos corantes naturais.

Para a coleção, a G-Star trabalhou com três tonalidades: Dark Plum, Asfalt, Mazarine Blue, que de acordo com a Archroma foram extraídas de resíduos de beterrabas, sementes, folhas e ervas. O modelo da calça é o Elwood 3D Super Slim Color Jeans, com recortes nas coxas e nos joelhos. As empresas não informam o fornecedor do tecido. Segundo descrição da G-Star, a base empregada é um denim super stretch com composição em 35% de algodão orgânico, 35% de liocel da Tencel, 28% de poliéster reciclado e 2% de elastano, da Lycra.

SOBRE A EARTHCOLORS
A linha de corantes da Archroma foi lançada no final de 2014. Formada por corantes sulfurosos biossintéticos destinados ao tingimento de tecidos à base de algodão e viscose, tanto para a indústria do jeans, quanto para o segmento casualwear, explicou o fabricante à época do lançamento. Além do apelo de produção sustentável, do ponto de vista ambiental, a EarthColors incorpora tecnologia de rastreabilidade NFC (near-field communication), parente mais recente da RFID, que permite ao consumidor seguir a movimentação do produto do campo ao ponto de venda.

Para isso, a Archroma fornece tags com chips que podem ser pendurados nas roupas confeccionadas com tecido tinto com corantes Earthcolors. “O chip pode guardar dados como a tecelagem, onde a peça foi lavada, a fonte de biomassa entre outros dados”, diz a empresa. A tag só pode ser lida por smartphone com chip NFC embutido.

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