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Segunda-feira, 23 de Abril de 2018

Economia

Jussara Maturo - 11/04/2018

Em março as roupas ficaram mais caras

Mudança para as coleções de inverno impactou os preços no varejo, com reajustes disseminados entre produtos da categoria que inclui vestuário, tecidos, calçados, joias e bijuterias

Diferentemente do primeiro trimestre de 2017, no qual moda fechou com preços em queda, março deste ano registrou alta de 0,33% sobre fevereiro, com aumentos generalizados em todos os produtos da categoria (roupas, tecidos, calçados, joias e bijuterias). O reajuste só não foi maior que o aplicado na área de serviços de saúde e cuidados pessoais (0,48%), por causa dos aumentos nas mensalidades dos planos de saúde, mostra a pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que calcula o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). A inflação brasileira em março foi de 0,09%, a mais baixa dos últimos oito meses.

Depois da queda em fevereiro, o preço das roupas para mulheres subiram 0,54% no varejo, a variação mais alta entre os produtos que compõem a cesta de moda. O vestuário infantil ficou 0,32% mais caro, enquanto o aumento para as linhas masculinas foi mais comedido, com expansão de 0,09%. Os tecidos encareceram 0,41% de um mês para o outro. Calçados e acessórios tiveram alta de 0,34%. Joias e bijuterias subiram 0,32% em março, mostra a pesquisa do IBGE.

CUSTO DA MODA NAS CAPITAIS
Os preços de artigos de moda caíram no varejo de quatro capitais: Salvador (-0,78%), Campo Grande (-0,71%), São Paulo (-0,10%) e Rio de Janeiro (-0,04%). As três mais caras entre as 12 capitais que são destaque na pesquisa do IBGE incluem Distrito Federal com aumento de 1,76%; Curitiba que reajustou em 1,3%; e Recife, com alta de 0,96%.