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Quinta-feira, 24 de Maio de 2018

Canal Digital

Redação - 02/05/2018

Estudo aponta insegurança em sites de comércio eletrônico

Levantamento encomendado pela Serasa Experian mostra que 30% dos sites do país não contam com certificado SSL (Secure Socket Layer)

Um estudo sobre a internet brasileira realizado pela consultoria BigData Corp para a Serasa Experian aponta que 30% dos sites do país são inseguros. Esses sites não contam com o certificado de segurança (SSL – Secure Socket Layer) que faz a conexão usando criptografia entre o servidor e os dados trafegados. Segundo o levantamento, essa ferramenta é importante principalmente em websites que transacionam dados pessoais e números de cartão de crédito, impedindo o roubo de dados por hackers. 

Quando avaliados somente os sites de comércio eletrônico, aproximadamente um em cada cinco sites (19%) não está seguro, ou seja, não operam com o certificado SSL. O percentual é ainda maior ao serem analisados sites corporativos (76%), blogs (28%) e outros (46%). A pesquisa avaliou também que, até o final de abril, 45% dos sites que possuem o certificado e estariam atualmente seguros estarão com certificados vencidos e precisarão renová-los.

A Serasa alerta para os consumidores ficarem atentos, verificando se o site possui certificado SSL e outros itens como imagens em baixa resolução, links com redirecionamento para outras páginas, e domínios diferentes do acessado. O certificado SSL aparece como um cadeado na barra de status, ou com um “s” após o http (https). Em alguns casos, a barra de endereço do navegador fica verde. Alguns navegadores dão indicação de “Seguro” e “Não Seguro” para todos os sites, também na barra de endereço. Normalmente há um selo de segurança, atribuído pelo fornecedor do certificado, que pode ser encontrado no próprio site. 

Uma prática comum entre os golpistas no ambiente online é o phishing, na qual os criminosos copiam as informações trocadas durante uma transação. Dados pessoais roubados, como nome, endereço e CPF podem ser coletados para fraude de identidade, quando os dados pessoais são usados por terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos.

O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude mostra que o Brasil encerrou 2017 com 1,964 milhão de tentativas de fraude, representando alta de 8,2% em relação a 2016 e o maior resultado desde 2015. O primeiro bimestre do ano já totalizou 305.480 tentativas, ou seja, a cada 17 segundos um criminoso tentou roubar dados para efetivar uma fraude. 

Outra pesquisa feita nas agências da Serasa Experian em novembro do ano passado com cerca de 5 mil pessoas, 13% afirmaram já ter sofrido uma fraude e, deste total, a maioria (36%) afirmou que a fraude foi relacionada ao cartão de crédito