Enquanto as confecções de vestuário seguem timidamente a expansão da indústria de transformação em agosto, a área de produtos têxteis reduz a produção.
Se a indústria de transformação como um todo repetiu em agosto o mesmo 0,7% registrado em julho, o setor de produtos têxteis retorna às taxas negativas. Depois da expressiva alta de 5,9% experimentada em julho, a indústria têxtil assinalou queda de 0,30%, mostra a pesquisa mensal sobre produção física no Brasil, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em relatório divulgado a semana passada.
Já as confecções de vestuário mantiveram a produção em crescimento, apesar da enorme diferença em relação ao indicador de julho, quando atingiu alta de 8,6%. Na passagem para agosto, desacelerou a expansão para 0,40%, quase metade da média geral da indústria levantada pelo IBGE.
Sobre agosto de 2013, os dois setores amargam recuo, assim como a indústria em geral, que registra queda média de 5,4%. A produção de roupas no país foi a que mais caiu, com taxa negativa de 6,1%. A queda na indústria de produtos têxteis foi ligeiramente maior que a média, apresentando variação negativa de 5,7%.