Aumento da receita nominal perde, porém, a força, embora seja generalizado entre os 12 estados monitorados pela pesquisa do IBGE.
Em outubro, o volume de vendas do varejo brasileiro em tecidos, vestuário e acessórios tornou a cair, como ocorreu em quase todo o ano de 2014, com exceção, de março e julho que tiveram aumento, e de setembro que ficou estável. A queda de 0,4% foi, porém, uma das mais baixas do ano. Em compensação, a receita nominal do segmento teve aumento generalizado de 0,20%, patamar abaixo do verificado em outros meses, de acordo com a pesquisa mensal realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O comportamento da área de tecidos, vestuário e acessórios não acompanhou os resultados gerais do comércio nacional registrados, que teve alta tanto de volume de vendas (0,20%), quanto de receita nominal (0,70%), na passagem de setembro para outubro. Em relação a outubro de 2012, a variação dos dois indicadores continua positiva para a categoria, mesmo que o ritmo continue a desacelerar. Aumentou 3,50% o volume de vendas em outubro de 2013 e 9%, em receita nominal.
Entre os 12 estados destacados pela pesquisa, apenas Rio de Janeiro e Distrito Federal mantiveram as perdas já registradas em setembro, com recuo de 0,2% e 0,5%, respectivamente. Os demais aumentaram as vendas, com destaque para as boas taxas exibidas novamente pelo Espírito Santo (9,1%), seguido do Ceará (8%) e do Rio Grande do sul (7,9%). Quanto à receita nominal, todos os 12 estados tiveram crescimento, assim como ocorreu em setembro. O mais comedido foi o Rio, com alta de 2,6%. Goiás e Espírito Santo continuam a liderar os aumentos, com expansão de 14% e 13,3%, respectivamente, seguidos de perto por Pernambuco, cuja receita cresceu 13,2%.