Dos desenhos chapados de uma cor só, a indústria evoluiu para criar padrões mais complexos de desenhos, como mostraram os desfiles das próximas estações.
Depois de certa resistência em usar a capacidade de formar imagem do laser para estampar as peças, as marcas recorreram ao laser para ter o denim impresso do jeito que quiserem. Na corrente atual, a onda são as flores delicadas aplicadas, sobretudo, a camisas e shorts femininos. Flores maiores formam detalhes em mangas de jaquetas ou mesmo saias. Também ganham força os motivos étnicos. Bolas, listras, estrelas ou xadrez quando aplicados com laser alteram substancialmente o visual do denim. Na verdade, a tecnologia é indicada para essa microrrepetição de imagens que podem cobrir a superfície de modelos masculinos ou femininos. Nem por isso vai gastar mais tempo fazendo esse tipo de imagem que marcações de desgastes, como um bigode, garante Norberto Canelada, diretor da Texpal e um dos profissionais que entende de laser no Brasil, tendo acompanhado de perto o desenvolvimento dos primeiros equipamentos da atual Jeanologia, empresa espanhola que fabrica uma linha completa de equipamentos para tratamento do jeans, representada aqui pela Invectiva.
O laser corrói o corante. Assim, é possível controlar o jogo de claro e escuro, obtendo nuances variados, para formar desenhos com mais elementos. Muitas máquinas dependem ainda de máscaras, que podem ser criadas usando editores de imagens, mas os modelos mais atuais já vêm carregados de fábrica com coleções extensas de estampas que podem ser combinadas sobre a mesma peça, recriando padrões.
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