Esportes e a moda da década de 1950 serviram de inspiração para modelos fartos, amplos e estruturados
As marcas que desfilaram na semana de moda de Paris fizeram o jeans girar como alternativa de material em coleções de luxo. Há algumas temporadas o denim sai fortalecido, e não foi diferente com os desfiles recentes de Nova York, Londres e Milão. Paris deu novas interpretações. Para a estação de dias de clima ameno, os tops estão mais estruturados e amplos, recebendo lavagens suaves, pendendo para a vertente que não explora o potencial de mudanças propiciado por trabalhos em lavanderia.
Foram o que fizeram Stella McCartney, com camisas inspiradas nos uniformes de beisebol e apliques de formas gráficas e assimétricas; Chanel e as tiras em denim baby blue desfiado para servirem de arremate para barras, detalhes de ombros e de bolsos; Kenzo, que propôs cortes amplos, de grandes golas e mangas, detalhes de fechamento; Christophe Lemaire, que usou sarja leve para camisas bastante estruturadas; Damir Doma foi aos anos 1950 buscar inspiração no casaco de manga curta, de corte quadrado e amplo, debruado em couro marrom para constrastar com o denim azul escuro; e Irfé, que usou referências militares para a blusa de corte rodado, com mangas fechadas por botões de metal formando espécie de punho.
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