Freio na atividade dos setores têxtil e vestuário em maio foi menor que a queda sofrida em abril, enquanto a média geral foi de estabilidade.
Se no primeiro trimestre do ano as indústrias de produtos têxteis e vestuário aumentaram a produção, em abril e maio a realidade foi de queda. Novamente, as confecções foram as que mais seguraram atividade, com recuo de 1,8% em maio, na comparação com abril. A redução na indústria têxtil foi de 0,3%. A média da indústria brasileira no mês mostrou estabilidade, não cresceu nem caiu, com 12 dos 24 ramos pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontando taxas positivas.
Quando confrontado com maio de 2015, o desempenho muda, revelam os resultados da Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física, divulgados pelo IBGE. O setor industrial brasileiro reduziu o nível de atividade. A média geral assinala queda de 7,8%. O breque determinado pelas confecções de roupas ficou bem acima desse patamar, ficando 12,3% abaixo do que produzia em maio de 2015. Já a produção da indústria de materiais têxteis ficou 6,1% menor de um ano para outro.
O segmento que mais aumentou a produção em maio foi o de veículos automotores, reboques e carrocerias, com alta de 4,8%. Os dois que mais caíram foram o de produtos alimentícios, que recuou 7%, e o de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que reduziu 8,2% sobre abril.