Em maio, pelo segundo mês consecutivo, índice fica acima da inflação oficial, de 0,83%.
Com preços em alta acelerada, a inflação de roupas encosta em maio em 1% ao mês. Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), registrou aumento de
0,91% em relação a abril, quando já dera um salto e tanto.Pelo segundo mês consecutivo, ficou acima da inflação brasileira oficial, de 0,83%, em maio, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
O mesmo aconteceu com a inflação dos itens de moda que subiu 0,92%, incluindo roupas, calçados e acessórios, joias e bijuteria, tecidos e armarinhos, genericamente classificado de Vestuário pela pesquisa do IBGE.
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Todos ficaram mais caros em maio: Calçados e Acessórios (0,79%); Joias e Bijuterias (1,75%), puxado pelo aumento de 2,19% das joias; Tecidos e Armarinhos (0,38%).
INFLAÇÃO ACUMULADA
Embora moda e roupas continuem a acumular preços em alta, o indicador está abaixo da inflação brasileira que atingiu 3,22% nos cinco primeiros meses do ano.
A inflação de moda avançou 2% de janeiro a maio.
Até maio, a inflação de roupas acumula alta de 1,56%, sendo que até abril somava aumento de 0,64%.
Todos os segmentos de roupas encareceram nos cinco meses iniciais do ano. A alta de roupas masculinas ficou em 1,56%, as femininas em 1,99% e as infantis em 0,40%.
Os demais itens do grupo de moda também acumulam inflação: Calçados e Acessórios (1,82%); Tecidos e Armarinhos (2,32%); Joias e Bijuterias (8,69%).
INFLAÇÃO DE ROUPAS E MODA NAS CAPITAIS
Ao fazer a análise do acumulado de janeiro a maio pelas 16 capitais que são destaque da pesquisa do IBGE, apenas três delas registram deflação nos preços de roupas: Salvador (-3,50%), Distrito Federal (-1,07%) e Rio de Janeiro (-0,97).
Nas outras 13 cidades, a inflação de roupas se acentuou. As três mais caras são: Fortaleza (4,12%), São Paulo (3,82%) e Campo Grande (2,81%), de acordo com levantamento do GBLjeans às bases de dados do IBGE.
Em moda, somente Salvador anota deflação de -1,57%. As demais mostram a inflação de roupas encosta em patamar de aceleração. As maiores altas foram assinaladas por Fortaleza (4,20%), Campo Grande (3,86%) e São Paulo (3,65%).
Compare o desempenho das capitais em Moda e Roupas navegando pelos gráficos interativos abaixo criados pelo GBLjeans. Também confira a variação mensal do setor com a média nacional.