Pesquisa mensal do IBGE mostra comportamento conflitante, com a indústria de produtos têxteis aparecendo como o setor que mais reduziu atividade no país.
Pelo segundo mês consecutivo, as confecções de vestuário e acessórios amplia a produção. Em maio, o aumento foi de 3,4% sobre abril, estando entre os 14 dos 24 ramos pesquisados que cresceram no mês, mostra o levantamento mensal realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para medir a produção industrial nacional. O índice geral foi positivo para a indústria brasileira, que avançou 0,6% frente a abril, interrompendo seqüência de três meses em queda.
De seu lado, a indústria de produtos têxteis foi o segmento que mais reduziu atividade produtiva no país, de acordo com a pesquisa do IBGE. Caiu 6,5% em maio, em relação a abril, mês em que também registrou variação negativa, em seguida a um primeiro trimestre de alta.
Sobre maio de 2014, os indicadores não melhoraram. A redução do ritmo de produção da indústria em geral atingiu 8,8% no confronto com o mesmo mês do ano anterior. Entre os dois setores, de roupas e têxtil, o segundo registra o pior resultado, com queda de 17,3% nessa comparação, aponta o IBGE. Vestuário também tem variação negativa acima da média, produzindo menos 11,9%.