No semestre, o acumulado registra avanço em torno de 5% de aumento, tanto na fabricação de produtos têxteis quanto na de vestuário.
A indústria de confecção de roupas parou de cair. Depois de dois meses em queda, março e abril, o nível de produção da atividade aumentou em 0,4%, segundo revisão do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e ficou estável em junho. De seu lado, com a estabilidade de junho, a indústria têxtil parou de crescer, após a expansão registrada em abril e maio. Ambos os segmentos repetiram o desempenho médio da produção nacional que teve variação nula (0%) em junho, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgados pelo IBGE.
Mesmo com meses de produção em queda, a indústria dos dois setores acumula avanço no primeiro semestre de 2017, quando comparada ao resultado dos primeiros seis meses do ano passado. A têxtil cresceu 5,2% no período e a de vestuário, 5,1%. A produção nacional como um todo subiu 0,5% nesse confronto.
SOBRE JUNHO DE 2016
Ao comparar com igual mês do ano passado, a pesquisa demonstra o descompasso entre os fabricantes têxteis, que cresceram 4,4%, e as confecções de roupas, cuja produção caiu 2%. A indústria em geral cresceu 0,5%, diz o IBGE.