Foi um dos melhores meses de 2016 para o setor de vestuário, conforme pesquisa do IBGE.
Em novembro, a produção industrial brasileira de modo geral, tanto na atividade de transformação quanto extrativista, cresceu com pequena alta de 0,20% em relação a outubro. A expansão produtiva sobre o mês anterior não foi generalizada, sendo sustentada por 13 setores, entre os quais têxteis e vestuário. O nível de produção das confecções de roupas saltou 4,4% sobre outubro, taxa que só foi menor que em junho, quando o crescimento chegou próximo a 10%, conforme mostram os dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O avanço da indústria têxtil foi o mais contido, de 0,7%. Em novembro, os dois setores continuaram a alternar o sobe-e-desce observado desde maio no setor têxtil e desde janeiro no segmento de roupas. A comparação com novembro de 2015 também foi positiva para as duas atividades, diferentemente do desempenho apresentado pela indústria em geral.
SOBRE NOVEMBRO DE 2015
Dos 24 setores analisados pela pesquisa do IBGE, dez tiveram variação positiva quando comparados a novembro de 2015, que não foi suficiente para mudar o quadro da indústria em geral, cuja produção caiu 1,1%. Os setores têxtil e de vestuário estão entre as atividades que cresceram. A expansão em têxtil foi de 4,3% sobre igual mês de 2015 e a de vestuário, aumentou 5,3%.