Já a indústria de confecções ficou estável em 2025, com alta que não atinge 1% em relação aos fortes resultados de 2024

Com o aquecimento do portfólio para os segmentos de saúde, decoração, hotelaria, automotivo e não-tecidos, a produção industrial brasileira do ramo têxtil criou uma blindagem contra a oscilação do humor do consumidor de vestuário. O setor registrou crescimento no acumulado de 2025, com alta de 5,6% sobre 2024. Supera em quase dez vezes a média de toda a indústria nacional, que cresceu 0,60% em 2025, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A alta de têxtil atropela o baixo crescimento de 0,4% da produção industrial de vestuário acumulado em 2025 em relação ao desempenho de 2024.
Desse modo, a produção têxtil descola da intensa dependência em relação à indústria do vestuário em 2025, movimento iniciado a partir de janeiro.
DEZEMBRO FRACO
A produção da indústria têxtil manteve o forte desempenho a despeito dos resultados bastante fracos de dezembro. Caiu 9% na comparação com novembro, que já não fora bom para os artigos têxteis.
Para a produção de vestuário, a queda foi menor em dezembro. Recuou 4,10%, depois de dois meses em alta.
De modo geral, dezembro também não foi para a produção industrial brasileira que anotou baixa de 1,20%.
DESEMPENHO EM GRÁFICOS
Veja o comportamento da produção industrial, geral, têxtil e de vestuário ao longo de 2025.
Também compare os dados dos últimos 5 anos.



