Em maio, ambos os segmentos reduziram a atividade industrial depois de quase seis meses de comportamento gangorra.
No início da semana, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) anunciou o nível da atividade industrial do país. Depois de quatro meses apresentando pequenas altas, o setor industrial como um todo diminuiu o ritmo em maio, recuando a taxa de 2%, segundo a pesquisa mensal do instituto. Os setores têxtil e de confecção de vestuário acompanharam o movimento de queda generalizado, depois de quase um semestre apresentando comportamento gangorra – quando um crescia, o outro caía.
Em maio, a atividade da indústria têxtil diminuiu 1,10%, eliminando o aumento de 1% registrado em abril. A queda na produção de vestuário foi ainda maior, com taxa negativa de 5%. Com esse desempenho, os dois setores aprofundam o recuo em relação a maio do ano passado, com queda de 4,5% para tecidos e de 5,2% para vestuário, registra a pesquisa do IBGE. Desde o início do ano, a indústria têxtil aumentou a produção em janeiro e fevereiro, depois disso passou a diminuir o ritmo. A indústria de confecção começou o ano com queda expressiva de atividade (5,8%), retomou a curva de crescimento em fevereiro e março, mas, voltou a cair em abril.