Vendas em 2025 levaram e-commerce a propor aos criativos usar o canal também como ferramenta de gestão e construção de identidade

A moda autoral brasileira movimentou R$2,9 bilhões em 2025 ao vender diretamente ao consumidor por meio de lojas virtuais ancoradas na plataforma de e-commerce Nuvemshop. Conforme a empresa de tecnologia, com esse desempenho, o segmento que chama de autoral encerrou o ano como o principal motor do setor de moda da plataforma.
Por isso, a Nuvemshop lançou a campanha Faz Bonito propondo a marcas com esse perfil a utilizar a tecnologia não só como mais um canal de vendas. “Também como ferramenta de controle, garantindo que a essência da marca chegue ao consumidor final sem a intermediação de terceiros, preservando a pureza da narrativa estética”, destaca o comunicado da plataforma à imprensa.
Entre os cases de moda autoral destacados pela Nuvemshop estão a Desgosto, marca de streetwear curitibana criada por Lucas Garcia, que aplica a visão artística do fundador para promover uma experiência de compra imersiva, diz o informe do e-commerce.
Outro case destacado é a marca Isbikini, criada pela atriz Deborah Secco. De acordo com a plataforma, a atriz aposta na independência digital para preservar lifestyle, curadoria e conexão direta da marca com a comunidade à qual se dirige, sem intermediários, por meio de loja virtual própria.
MERCADO
“Ao dominar seus próprios canais, essas marcas provam que a autonomia digital permitiu ao design brasileiro atingir um patamar de profissionalismo que compete em relevância com qualquer player global, protegendo a margem e, principalmente, a identidade de marca”, avalia a Nuvemshop no comunicado.
Com portfólio próximo de 180 mil lojistas ativos, entre Brasil, México, Argentina, Colômbia e Chile, além da plataforma de e-commerce, a Nuvemshop comercializa soluções de pagamento Nuvem Pago; de chat com IA Nuvem Chat; de logística para e-commerce Nuvem Envio; e de automação de marketing Nuvem Marketing.
foto: collab das marcas Desgosto e Baw



