No mesmo período, a exportação recuou cerca de 40% sobre os primeiros sete meses de 2019, com a Colômbia de principal destino.

De janeiro a julho, em meio à paralisação derivada da covid-19, a importação de denim caiu 75% em relação a igual período do ano passado. Em sete meses, comprou de fora US$
1,73 milhão em denim, basicamente da China, que forneceu US$1,50 milhão. No mesmo período do ano passado, o Brasil comprara US$6,90 milhões. O primeiro trimestre de 2020 já havia sido bem fraco para a importação de denim, uma vez que a covid-19 parara a China.Durante abril e maio, os meses mais duros da pandemia por aqui, o Brasil simplesmente não importou nada. Voltou a comprar pouco em junho, para em julho recuar 55,36%, para US$22,20 mil, que foram integralmente fornecidos pela Turquia, mostra o levantamento do GBLjeans, tendo por base o sistema de controle do comércio exterior do governo federal.
EXPORTAÇÃO DE DENIM AINDA FRACA
As exportações que vinham aquecidas no primeiro trimestre foram, no entanto, bastante afetadas no trimestre seguinte. De forma que, nos primeiros sete meses de 2020, assim como a importação de denim caiu, o Brasil exportou US$11,49 milhões, 41% a menos do que o volume registrado de janeiro a julho de 2019.
A Colômbia assumiu a posição de principal destino do denim nacional em 2020, sustentando US$3,19 milhões do total, ante US$2,87 milhões comprados no mesmo período do ano passado.
Em sete meses, a Argentina recebeu US$1,69 milhão em denim brasileiro, contra US$5,06 milhões assinalados de janeiro a julho de 2019. O Peru permanece em terceiro lugar com compras de US$1,47 milhão. Depois o Uruguai (US$1 milhão) e o Equador (US$927 mil).
Sobre a fraca base de junho, a exportação de denim aqueceu em julho. Os fabricantes brasileiros embarcaram US$1,22 milhão, um salto e tanto em relação aos cerca de US$480 mil do mês anterior. Mas muito abaixo dos US$4,35 milhões negociados em julho de 2019. Três países da América do Sul responderam por quase 60% desses embarques: Uruguai (US$260,58 mil); Paraguai (US$244,12 mil); e Argentina (US$191,61 mil).