Também produtos têxteis e vestuário apresentaram queda no ritmo industrial em relação a fevereiro; entretanto registraram expansão na comparação com igual mês de 2016.
Como a maioria das indústrias brasileiras, também os setores de itens têxteis e vestuário produziram menos de fevereiro para março. A média geral foi de queda de 1,8%. As confecções amargaram recuo ainda maior em março, reduzindo o volume em 4,7%, depois da alta observada em fevereiro, que ainda assim não foi suficiente para compensar o freio imposto em janeiro, revelam os dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).
O desempenho da produção de roupas teve o mesmo comportamento da indústria como um todo. Não foi o caso da têxtil. Depois de produzir mais em janeiro sobre o volume de dezembro, a indústria de artigos têxteis caiu em fevereiro e voltou a segurar a atividade também em março, com redução de 1,3%.
SOBRE MARÇO DE 2016
Na comparação com igual mês do ano passado, o desempenho é melhor, com avanço maior que o anotado nos dois primeiros meses de 2017. Em março, a produção de roupas subiu 7,1% em relação ao ano anterior, e a de artigos têxteis avançou 7%. A indústria de modo geral foi superior com evolução de 1,1% em relação a março de 2016, informa pesquisa do IBGE.