De acordo com o IPP, medido pelo IBGE, a variação para cima das empresas têxteis foi de 0,11%, em março, e de vestuário a alta foi de 1,35%
No primeiro trimestre, os preços da indústria têxtil e de vestuário ficaram entre os que mais pressionaram a alta da inflação brasileira no período. O aumento de preços acumulado entre janeiro e março no setor têxtil registra 3,14%, apesar de que em março a alta na área desacelerou ficando em 0,11%, ante 1,79% de fevereiro. Os dados estão na pesquisa para formação do IPP (Índice de Preços ao Produtos), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). O indicador mede a evolução dos preços, sem incluir o valor dos impostos e frete.
Embora em março o setor de vestuário e acessórios fez o papel de vilão, com alta de 1,35%, sendo a segunda maior variação positiva entre os 23 setores analisados pelo IBGE, no acumulado do primeiro trimestre de 2013 o aumento é de 2,36%. Os pesquisadores do IBGE atribuem a alta nesse setor ao lançamento das coleções de inverno. Entre os produtos que mais pressionaram para a variação considerada grande, foram artigos em malha, como lingerie e camisetas, além das calças masculinas que não são de algodão.