Com esse desempenho, o aumento de março foi pequeno e não compensou a queda acumulada de janeiro e fevereiro; já a atividade das confecções subiu no mês
De janeiro a abril, a produção de itens têxteis escorregou. Apenas em março o nível de atividade do segmento aumentou, mas sem conseguir compensar a queda dos dois primeiros meses do ano. Em abril, novo tombo (-1,5%), no mês que a indústria como um todo cresceu 0,8%, de acordo com a Pesquisa Industrial de Produção Física, cujos resultados o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou no início da semana. Já as confecções de roupas voltaram a aumentar o ritmo industrial.
A produção de abril foi 1,1% maior que o rendimento de março, outro mês de aumento, ainda que discreto, depois do recuo enfrentado em janeiro e fevereiro. A atividade de confecção de roupas ficou entre os 13 ramos industriais que cresceram em abril em relação ao mês anterior.
Sobre abril de 2017, o desempenho industrial se revela melhor do que foi em março, mostram os resultados da pesquisa do IBGE. Em abril, a indústria brasileira em geral produziu 8,9% a mais que em igual mês do ano passado.
As confecções de roupas apresentaram comportamento ligeiramente menor, com alta de 8,6%. Segundo o IBGE, aumentou a produção de vestidos, calças compridas femininas, camisas, blusas, calças e bermudas masculinas, jardineiras, shorts, além de vestuário de malha para bebês e calcinhas de malha.
A alta dos fabricantes de artigos têxteis ficou abaixo da média geral da indústria, com crescimento de 4% em abril em comparação com abril de 2017.