Vicunha revela a identidade de sua gente

Vicunha revela a identidade de sua gente

O novo jeito de fazer negócios da fabricante passa também por mostrar quem está por trás do processo na jornada de sustentabilidade.

Com nova campanha no ar, a Vicunha revela a identidade de sua gente. A empresa entende que também faz parte da jornada da sustentabilidade mostrar quem está por trás do processo desde o começo. Da chegada do algodão nas fábricas até o momento em que o consumidor escolhe o jeans que vai levar para casa. A valorização das pessoas sempre funcionou como pilar central da estratégia corporativa, mas vem ganhando significado especial desde o ano passado, marcado pelo início do processo de evolução cultural da companhia.

“Há cerca de um ano, lançamos nosso reposicionamento de mercado. Na época, revisamos nosso propósito e nossos princípios para fortalecermos o nosso caminho para o futuro. Até então, não sabíamos exatamente o que viria pela frente, mas tínhamos a certeza de que a nossa evolução cultural seria a maneira de seguirmos crescendo de forma sustentável em um mundo em constante transformação”, explica José Maurício D’Isep, Presidente da Vicunha.

Para a empresa, a campanha ‘A Cara do Nosso Jeans’ é um reflexo do avanço dessa jornada, quando evoluiu a estratégia na direção de trabalhar sob o foco do cliente. Com mais de 5 mil funcionários, a intenção é mostrar o universo múltiplo e diverso, em raças, sotaques, gêneros, idades, estilos e culturas.

RELATOS ESPONTÂNEOS

“São estas pessoas que, ao acordar todos os dias, dedicam-se a ajudar que cada pessoa no mundo possa se expressar por meio do seu jeans. E é isso o que nós continuaremos fazendo todos os dias, ao buscar formas inovadoras de impactar positivamente nossos parceiros, clientes, comunidade e todo nosso ecossistema”, completa José Maurício.

A campanha aparece em curtos registros de uma série de vídeos veiculados nas redes sociais da empresa desde o início de dezembro. Os depoimentos dos funcionários relatam de forma espontânea e divertida suas percepções do novo momento da companhia. Temas como sustentabilidade e inovação também aparecem na voz dos funcionários, narrando processos que deram origem a última coleção da têxtil, intitulada V.2/2020.

GENTE NO CENTRO DE TUDO

Em um ano marcado pela pandemia da covid-19, muitas empresas tiveram que reavaliar seus modelos de trabalho e negócios para se adaptarem a novas dinâmicas individuais e mercadológicas. Do ponto de vista interno, a companhia tomou todas as medidas de prevenção necessárias para preservar a saúde, a segurança e o bem-estar dos funcionários e de suas famílias. Para outros públicos, incluiu no plano de contingência protocolos de suporte a fornecedores, marcas e confeccionistas. E desenvolveu soluções em crédito e parcelamento a clientes e parceiros, que ajudaram na sustentabilidade de negócios no período.

No auge da curva de contágio da covid-19 no Brasil, a empresa desenvolveu tecidos com acabamentos visando à proteção da saúde de consumidores. Em três meses, criou e colocou no mercado a linha V.Tech Protective de tecidos com propriedades antivirais, incluindo o SarsCoV-2 (novo coronavírus), repelentes e bactericidas.

Além disso, a companhia criou um banco de tecidos destinados ao apoio de parceiros na produção de máscaras, doou 27 mil EPIs a profissionais de saúde de hospitais públicos do Ceará e do Rio Grande do Norte e produziu em sua sala de costura outras 36 mil máscaras de tecido para doação a funcionários e comunidade.

“Em 2021, seguiremos uma jornada em que a multiplicidade da nossa gente é o fator fundamental da nossa evolução cultural e da oferta de inovação para o mercado, aproximando cada vez mais nossos funcionários de parceiros, clientes e da comunidade, buscando pela união dos elos da cadeia jeanswear e levando conhecimento para o consumidor final, a partir do jeito Vicunha de pensar, viver e fazer o jeans”, conclui D’Isep.

Vicunha revela algumas identidades

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