Marca brasileira de streetwear avança desde 2022 sobretudo como marca DTC que vende diretamente por e-commerce.

Ainda pequena, obteve faturamento em torno de R$350 mil em 2024, a Akabomb tem expectativa robusta de crescimento. Para 2025, projeta receita de R$800 mil com a venda de 4,2 mil peças. Em valores, a expansão alcança 137% e em volume equivale a crescimento de 40%, aponta Lucas Akabomb, fundador da marca que atua no segmento de streetwear, ao GBLjeans.
Desde o ano passado, a marca opera em novo patamar de precificação, mediante a estratégia de caminhar na direção da faixa premium do mercado de streetwear. Exemplo disso é o lançamento da coleção Drop Minimalist, com peças como a calça de alfaiataria em modelagem baggy vendida por R$ 499,90.
Lucca fundou a Akabomb em 2017, mas interrompeu as atividades por um ano e só retornou ao mercado em 2022. Tem expandido, seguindo o crescimento projetado para o mercado global de streetwear. Faz roupas para homens e mulheres, além de manter uma linha de bonés, com a ambição de liderar as vendas do mercado brasileiro a partir de 2032.
FOCO EM OPERAÇÃO DIGITAL

No canal comercial, a maior participação é a operação digital com as vendas realizadas no e-commerce próprio, informa o empresário. “Também temos participação relevante no faturamento proveniente de marketplaces e de lojistas parceiros, ampliando nossa presença em diferentes canais de vendas”, acrescenta.
Ele conta que a entrada no canal de atacado ocorreu há cerca de um ano. “Embora envolva um volume maior (de peças), esse modelo exige uma organização eficiente e um planejamento de produção bem assertivo. Quanto ao investimento no e-commerce, os recursos foram direcionados principalmente para tráfego pago, influenciadores e outras ações indiretas. No entanto, o fator crucial para atender à demanda é ter processos bem definidos na expedição”, garante.
São ações que visam a conexão direta com o público do streetwear e garantem crescimento orgânico com estrutura enxuta e custos controlados, diz o comunicado à imprensa.
Ao GBLjeans, Lucca conta que a produção das linhas de produtos é mista. “Dependendo da categoria, algumas são fabricadas internamente, enquanto outras são terceirizadas. Nossas oficinas estão localizadas em São Paulo e no Paraná”.